Três desafios no sistema de gestão de profissionais de saúde de saúde

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Nos últimos quarenta anos, os dados médicos iniciaram uma transição do rastreamento puramente em papel para informações digitalizadas. Mesmo hoje, muitos tipos de dados médicos ainda não foram digitalizados ou ainda não foram integrados aos sistemas de Sistema de gestão de profissionais de saúde de Saúde.

Aqui estão alguns desafios importantes que os profissionais de sistema de gestão de profissionais de saúde enfrentam hoje:

Dados fragmentados — dados médicos podem ser dados estruturados em planilhas ou bancos de dados, arquivos de imagens ou vídeos, documentos digitais, documentos em papel digitalizados ou podem ser armazenados em formatos especializados, como o formato DICOM usado para exames de ressonância magnética. Os dados são amplamente duplicados, coletados diversas vezes e armazenados em diferentes versões por profissionais de saúde, organizações de saúde pública, seguradoras, farmácias e pelos próprios pacientes. Não existe uma única fonte confiável para informações sobre o bem-estar do paciente.

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Alterações nos dados — os dados médicos mudam constantemente, assim como os nomes, profissões, locais e condições de pacientes e médicos. Os pacientes são submetidos a inúmeros exames e recebem diversos tipos de tratamento ao longo dos anos, e os próprios tratamentos e medicamentos evoluem com o tempo. Novos tipos de tratamento médico, como modelos de telessaúde, criam novos tipos de dados.

Regulamentações e conformidade — dados médicos são sensíveis e devem obedecer a regulamentações governamentais, como a Lei de Portabilidade e Responsabilidade de Seguros de Saúde dos EUA (HIPAA). Os desafios de descoberta de dados e a baixa qualidade dos dados dificultam muito a realização das auditorias necessárias e o cumprimento dos requisitos regulatórios, além de limitar a diversidade de dados que os provedores de saúde podem usar em benefício dos pacientes.